domingo, 22 de julho de 2012

Resenha do livro: O Filho de Netuno.

O Filho de NetunoSinopse: Em O Filho de Netuno, Percy está confuso após acordar de um longo sono e não sabe muito mais que o próprio nome. Mesmo quando a loba Lupa lhe conta que ele é um semideus sua, mente continua nebulosa. De alguma forma, Percy consegue chegar a um acampamento de meios-sangues, mas surpreendentemente o lugar não o ajuda a recobrar qualquer lembrança. A única coisa que consegue recordar é outro nome: Annabeth.










Primeiras palavras, finalmente eu consegui achar esse livro nas livrarias, que eu vou te contar hein! Fiquei uns dois meses tentando comprar, e parecia que ele estava me trollando, porque eu chegava, e a moça falava "Já acabou!". Em fim, eu comprei e aqui vai as minhas impressões... 
Eu amo o Tio Rick, amo mesmo, mesmo ele tendo o talento de terminar livros e deixar os leitores mais curiosos ainda! Não, eu não estou reclamando, não mesmo, porque a história do livro é perfeita. 
Bem, nesse livro, como você já conhece o personagem dá uma raivinha básica da Hera/Juno, ter tirado a memória do Percy. Mas tudo bem, como no primeiro livro, eu já sabia que ele ia estar sem memória e tal. 
Certo, como precisa explicar como funciona o acampamento Júpiter, que é o acampamento dos semideuses filhos dos deuses em forma Romana, o livro no começo fica um pouco monótono, e talvez por isso eu tenha gostado mais do primeiro, mas eu preferir o primeiro não quer dizer que esse não tenha sido maravilhoso!
O acampamento Júpiter é bem mais organizado que o acampamento Meio Sangue, e um tantinho mais cruel, não sei como os semideuses de lá ainda não enlouqueceram, mas a parte de ter uma cidade e garantir um futuro até que seguro para os semideuses e proteger as outras gerações, ou seja os filhos desses semideuses, também é legal. 
Em fim, eu amei a Hazel e o Frank, amei mesmo, sério, eles são personagens bem elaborados, e a história deles são muito, muito, muito fantásticas, para não falar um palavrão e queimar o meu filme como "escritora" de bom vocabulário.
Em fim, outra vez, Rick Riordan arrasou com a história, o livro é fantástico e o fim tem aquele gostinho de "EU PRECISO DO OUTRO LIVRO URGENTEMENTE!". Em fim, recomendo, não só o livro, mas como todos os livros do Senhor Rick Riordan!

Resenha: Férias e Encantos.

Férias e EncantosSinopse: Os poderes de Rachel finalmente despertam e ela vira, oficialmente, uma bruxa com direito a vassoura e tudo! E não poderia ter sido em hora melhor: esse verão está prometendo. Nada de Manhattan nesta temporada! Rachel vai passar as férias em um acampamento com a irmã mais nova, Miri, e sua grande paixão, Raf. Mas fogueiras, lições de natação e passeios sob o encantador céu estrelado vão ter de esperar. A mais nova bruxa do pedaço está cheia de problemas para resolver.












Certo, fazia tipo uns dois anos que eu queria esse livro, não porque eu era apaixonada pela série, mas porque o primeiro livro dele marcou uma parte da minha infância, em fim, os dois primeiros livros, principalmente o primeiro são meio infantis, pelo menos quando eu li eu achei. Mas esse, que já é o terceiro livro da série... Ah eu amei! Ri muito!
Como faz tempo que li os outros dois livros, não posso comparar a maneira que foram escritos, mas uma coisa eu digo, a autora sabe te envolver na história, e claro, como é a Rachel que narra, ela dá um ponto de vista bem legal, e as divagações dela são hilárias. 
Ah, e as coisas que acontecem com ela no acampamento são muito legais, ainda mais quando é a magia dela, que está ainda descontrolada faz ela se boicotar, ou é isso que ela pensa, porque no final de tudo ela vai descobrir que talvez uma bola de futebol americano, abelhas assassinas e luzes acendendo quando você está quase beijando alguém, pode estar sendo provocada por alguém que você não gosta, e que é uma bruxa bem mais experiente que você.
E Rachel, que está sempre reclamando de tudo, vai aprender que apesar de tudo, a vida dela é ótima. Aliás, o que eu amei nesse livro, é que Rachel vira quase que popular no acampamento, e tudo é muito legal, ela se diverte, e ao mesmo tempo se mete em encrencas, uma certa briguinha com uma companheira de chalé chata chamada Liana. 
Mas no fim, o talento para matemática é que salva ela!!! Ou talvez a irmã... Mas eu vou calar a boca (ou parar de digitar no caso) porque eu já contei demais do livro. Eu super recomendo, e é o melhor dos três livros da série, que eu já li pelo menos!!!


Os dois primeiros livros da série são:
Feitiços e Sutiãs
Sapos e Beijos

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Roma.... Amor...

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-Bom dia - ela cumprimenta a todos com um sorriso simpático no rosto - Eu sou sua guia no museu, não toquem em nada e fiquem em silêncio durante a explicação - o seu discurso é tão bem treinado que eu já sei o que vem, então coloco os fones de ouvido e apenas sigo o fluxo. 
-É feio ficar com esses fones e só fingir estar presente - eu ouvi a voz dele falar ao meu ouvido, eu me virei, sorri e revirei os olhos. 
-E o que isso tem a ver com você? O problema é de quem mesmo? - pergunto sarcástica e ele sorri bagunçando meu cabelo. 
-Quero você presente pra gozar da tiazinha que tá guiando isso, sabe, do jeito que a gente sempre faz, então tira isso aí - ele sequestra meu Ipod com um sorriso maroto e eu reviro os olhos, mas sorrio. 
-Eu quero meu Ipod de volta - eu falo, e ele pisca. 
-Um dia eu te devolvo... Agora vem cá - ele me puxa para longe do grupo, levando-me até um lugar onde tem estátuas romanas de cera, representando uma cena comum na antiga Roma, exceto que tem um trono e um cara que representa Zeus de cera, como se governasse eles. Eu sorriso com o cenário. 
-Você sabe que eu amo a Roma antiga, não é mesmo? - eu pergunto para ele, que sorri e pisca. 
-Eu sei - ele tira uma rosa vermelha de algum lugar confuso e me entrega - Sabe o que eu mais gosto na Roma? 
-Não faço a menor ideia... - eu falo olhando para a rosa e depois para ele que sorri. 
-Lida de trás para frente vira Amor - eu sorrio, óbvio que eu já sabia disso, mas quero ver o que ele vai falar - E bem, Amor é um sentimento lindo, e por isso Roma durou séculos - eu deixo meus olhos se prenderem ao dele - E bem... Eu amo você, e por isso eu gosto da palavra Roma lida de trás pra frente. 
-Quê? - eu pedi não acreditando no que meus ouvidos estavam ouvindo. 
-Eu. Amo. Você - ele falou pausadamente, e eu sorri, mordendo o lábio e cheirando a rosa que ele me entregara. E então em um segundo, ele me puxou para perto de si e me beijou - Agora eu posso receber um fora e um tapa seu - ele ri assim que nos separamos e eu rio junto. 
-Não vou fazer isso - eu dei de ombros, e foi a vez dele me fitar. 
-Por quê? 
-Porque eu também amo você seu bobinho - ele deu um sorriso enorme, e me rodou em volta de si, terminando com outro beijo. 
-Então Roma nos conquistou? 
-Se for como se lê de trás pra frente eu diria que o Amor nos conquistou - ele sorri e me dá outro beijo, o terceiro de muitos outros que teremos. E quem diria que um passeio no museu no cenário da Roma antiga se revelaria um lugar cheio de Amor?