terça-feira, 29 de outubro de 2013

Feliz dia (nacional) do livro *-*




Feliz dia do livro (sendo postado quase no dia 30, mas tudo bem).
                Hoje é o dia nacional do livro e em comemoração eu resolvi (de última hora) fazer alguma coisa em homenagem, eu pensei: Eu devia postar uma resenha. Então lembrei que ainda não terminei A Batalha do Apocalipse do Eduardo Spohr (e que eu não aguento mais não ter tempo de ler, porque eu preciso terminar essa história e fazer uma resenha). E aí minhas ideias se foram e aqui estou divagando sobre algo que ainda não sei o que é. Mas como sou ótima em escrever bobagens, cá estou.
                O que eu poderia falar sobre livros? De como sou grata por eles e os mundos traduzidos em letras e em papel (ou até na tela do computador, para quem lê os livros em PDF) e que estão lá quando eu mais preciso sair da realidade por algum tempo. De como sou grata por existirem autores tão maravilhosos que escrevem histórias, que além de fantasia, tornam-se realidade, não pelos personagens, mas pela mensagem que traz, pela profundidade do sentimento e da inspiração que tocam cada cantinho do meu coração.
                Eu também poderia ficar horas descrevendo como cada personagem me encanta (e me ilude por não serem reais, mas mesmo assim posso senti-los, como se assim o fosse), como cada cenário e lugar mágico, ou não, tomam uma forma em minha mente e formam algo encantador.
                Poderia ainda dizer em como o livro é a prova que os seres humanos são capazes de fazer magia (a frase não é minha, mas é importante ela estar aqui), pois é uma magia fazer um mundo, um universo onde as pessoas acreditem que o mundo é bom, ou que algo diferente do comum pode existir. Onde os leitores comecem a pensar de maneiras diferentes.
                Eu poderia também comentar dos prazeres que os livros trazem, e em como nada. NADA, supera uma tarde chuvosa, com uma xícara de café (ou chá, para os não viciados em cafeína), uma música suave (ou um rock um pouquinho nada suave, no meu caso, mas em um volume baixo, claro), e um mundo inteiro para explorar, ali na ponta dos dedos, tátil e em que a única coisa necessária a se fazer para entrar ainda mais naquele universo é os dedos e o virar de cada página.
                Eu não poderia deixar de dizer das lágrimas derramadas, após histórias terminadas, ou da maldade de um autor em separar seu casal preferido, matar aquele personagem amado ou simplesmente escrever algo tão triste e ao mesmo tempo tocante que não tem como não chorar. Chorar de alegria, de tristeza, da mais pura emoção.
                Eu poderia falar muito mais e continuar enrolando e tentando descrever o que um livro traz, emociona e todas aquelas coisas. Mas não posso, primeiro porque preciso realmente dormir, e segundo porque a emoção não pode ser transcrita em uma página de word, mas sim em várias que se juntam e formam uma expressão de arte, amor e inspiração, que são os amados livros dos leitores.

                Feliz dia do livro. Feliz dia dos universos de cada página. E meu muito obrigado aos escritores que tornam esse dia possível, e a emoção de cada livro inesquecível. 

(Obs: Imagens tiradas as pressas do facebook, pessoas que sejam donas dela, sintam-se creditadas).

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