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Café e suspiros...

Pego uma xícara de café e olho o líquido delicioso que está ali dentro, e suspiro, o gosto do café que agora desce pela minha garganta, o gosto é bom, e a bebida forte, mas ao mesmo tempo gostosa e acolhedora, faz-me suspirar mais uma vez, pois me fez lembrar de um sentimento com o qual estou tentando lutar contra.  Estar apaixonada pode parecer legal, bonitinho, fofo, emocionante, mas no fundo não é algo assim. Certo, dá aquele frio na barriga gostoso, e aquele quase parar do coração que logo depois se acelera e parece que vai explodir. Isso são sensações boas e emocionantes, pelo menos quando a sua paixão está por perto. Lembrar disso me faz dar mais um suspiro.  A paixão é bela sim, e ainda mais bela quando correspondida. O problema é que normalmente a pessoa por quem estamos apaixonados não está apaixonado por você, ou pelo menos, esse é o caso com essa garota que agora toma esse café, e solta mais um suspiro ao se lembrar de seu caso de paixão que não sabe se é correspo...

Um pouco de açúcar...

Ela acordou cedo naquele dia, levantou-se da cama com os cabelos bagunçados e os olhos avermelhados, chorara a madrugada pelo rapaz que estivera apaixonada por muito tempo. Por um tempo ela acreditara que ele gostava dela, mas agora sabia que talvez aquilo tivesse sido só tempo perdido. Agora estava longe, estava em outra cidade, começando uma nova fase de sua vida. E prometera a si mesma que iria esquecê-lo. Mas não era fácil, era quase uma doença, parecia que ela precisava dele. A garota sorriu com a ideia besta e revirou os olhos, ela não precisava dele, isso era só uma idiotice de uma garota apaixonada.  Caminhou bocejando até a cozinha, e começou a preparar uma xícara de café, enquanto o café passava, ela começava a sentir o cheiro gostoso da bebida preencher a cozinha, ela ligou o computador, e verificou os e-mails. E quase deu um pulo ao ouvir a campainha tocar.  Esquecendo-se que estava de pijama simplesmente foi até a porta, e olhou pelo "olho mágico", e surpresa viu...

Resenha do Livro: Anna e o Beijo Francês.

Sinopse: “Isto é tudo o que sei sobre a França: Madeline, Amélie e Moulin Rouge. A Torre Eiffel e o Arco do Triunfo também, embora eu não saiba qual a verdadeira função de nenhum dos dois. Napoleão, Maria Antonieta e vários reis chamados Louis. Também não estou certa do que eles fizeram, mas acho que tem alguma coisa a ver com a Revolução Francesa, que tem algo a ver com o Dia da Bastilha. O museu de arte chama-se Louvre, tem o formato de uma pirâmide, e a Mona Lisa vive lá junto com a estátua da mulher sem braços. E tem cafés e bistrôs — ou qualquer nome que eles dão a estes — em cada esquina... Não é que eu seja ingrata, quero dizer, é Paris. A Cidade Luz! A cidade mais romântica do mundo.” Anna Oliphant não está nada entusiasmada com a ideia de se mudar para Paris, já que seu pai, um famoso escritor norte-americano, decidiu enviá-la para um colégio interno na Cidade Luz. Anna prefere ficar em Atlanta, onde tem um bom emprego, uma melhor amiga fiel e um namoro prestes a acontec...

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            “John! Que bom que você veio! Hey, não, devolve minha sapatilha!” os gritos dela ecoavam pelo pátio, e as risadas dele eram quase como melodia, para a pequena garota, que ainda estava vestida com seus trajes de bailarina, e as sapatilhas, que agora estavam nas mãos do garoto loiro, estavam antes penduradas na mala. “Calma pequena, preciso de pagamento para devolvê-las” ele disse sorrindo marotamente, ela riu, abraçando-o, e dando um selinho no garoto que a puxou para perto de si e aprofundou o beijo.  “Agora você devolve elas para mim?” A garota perguntou sorrindo, e estendendo a mão, o garoto devolveu as sapatilhas e a puxou para si, dando-lhe mais um selinho. “Claro que sim minha pequena bailarina!” ela riu, adorava os apelidos que ele lhe dava, mesmo que sempre corasse quando ele inventava um novo. E ele adorava a cor que tingia a face da garota. O garoto segurou a mão dela, e assim, de mãos dadas, eles caminhavam a esmo, ele tinh...
O garoto desce do skate e entrega uma carta para a garota, que sorri, torcendo para que aquilo não fosse uma carta de despedida como pensava que era, ela abriu lentamente, e começou a ler as linhas traçadas pela letra firme do garoto. "Meu amor, E eu ainda me lembro bem, quando eu pensei que te vi pela última vez, me lembro daquele sorriso bobo que brincava em seus lábios, e me faziam querer sorrir também.  Eu ainda me lembro bem de sua voz manhosa, suas birras e brigas pelo meu jeito de ser, mesmo que no fundo fosse exatamente por aquele meu jeito que você gostasse de mim. E eu me lembro bem de como eu reclamava, implicava, e enchia seu saco, querendo atenção e aquela sua risada, que você sempre achou ridícula, mas para mim era a mais linda do mundo. Te ver partir daquele modo foi a pior coisa que eu poderia ter vivido, foi a pior coisa que eu fiz, foi minha maior idiotice. Foi uma das primeiras vezes que eu desejei não ter errado tanto. Eu te vi escapando das minhas mãos, eu...

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Ela sorri, ele sorri, os dois parecem o espelho um do outro, ela mexe no cabelo, ele bagunça o seu. Ela leva os olhos ao relógio, ele também, os dois tentam não cruzar olhares, mas os olhares se cruzam. Os sorrisos aparecem.  Eles também parecem contrários, mas que se completam, ela mais tímida, ele mais extrovertido. Eles são melhores amigos.  Ele a ama, ela não sabe, mas também o ama. Eles ficam em um chove não molha irritante, e eu tentando bancar o cupido só fico imaginando, que se tivesse tido essa chance não teria desperdiçado.  Dou um sorriso sozinha, não posso pensar no passado, mesmo ele sendo bom, vou pensar na frente, ajudar que eles não cometam os mesmos erros, ajudar que pelo menos dessa vez, a história que era para se nossa, dê certo com alguém. Por B,

Sorrio para o sol...

O sol parece querer anunciar algo que possa me mostrar, que o mundo irá voltar ao seu rumo normal, que depois das tempestades e das Trevas, o sol e a Lua voltam a brilhar.  A chama da vela arde, e me tira da escuridão da noite sem estrelas, e acordo, contemplando o sol, que nasce, trazendo o calor, e me fazendo sorrir.  Mil pensamentos invadem a minha mente, e eu agradeço por estar vivo, e então deixo as imagens que só falam de você invadirem a minha mente, e mostrarem milhares de situações, das quais eu sei que a maioria, irão ficar apenas na minha imaginação. Sorrio, para o sol, a noite já se foi, a chuva já passou, e de alguma maneiro, tempestades novas se aproximam, mas você está comigo, e Ele também, e dessa vez sei que vai ser bem fácil.  Levanto a cabeça e olho para o horizonte, um longo caminho tenho a trilhar, mas sei que vou conseguir, se aprender que nem sempre seus amigos estarão lá, e que as pessoas erram muito, quando são egoístas. E que normalmente você não...