Pular para o conteúdo principal

Três Palavras... Sete Letras...

Eu estava sentada no parapeito da janela, ela estava aberta,e o vento batia em meus cabelos. Era alto ali, um pulo e todos os meus problemas acabariam. Todas as dúvidas, dilemas, e conflitos teriam um fim. 
   Levantei, ficando de pé, no parapeito da janela, me segurando apenas nas beiradas. Era alto demais, era fácil demais acabar com tudo. Um passo em falso, ou um desequilíbrio, e tudo ficaria mais fácil. Fechei meus olhos, me preparando para pular, e me preparando para o impacto.
   -Nem ouse pensar nisso! - eu ouvi ele gritar, e me puxar de onde eu estava, para perto de si, virando meu rosto em direção ao seu.
-O-o que está fazendo aqui? - perguntei gaguejando, recuperando-me do susto, e tentando ignorar os choques elétricos, provocados pelo contato da minha pele com a dele.
-Impedindo você, de fazer uma burrice -  ele disse preocupado, olhando para mim, mas parecia um pouco bravo.
-E por que você se importa? - eu perguntei desviando meu olhar e tentando parecer indiferente.
-Porque, EU TE AMO! - ele falou me puxando para perto de si, e me beijando.
Três palavras, sete letras, e um garoto, salvaram a minha vida.

Por B.



P.s: não isso não aconteceu comigo -kk 

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Resenha: O poeta do exílio.

e Sinopse:  Pedro e Júlia estavam animados. Sua banda era finalista do festival estudantil Vozes de Classe. O regulamento exigia que as músicas se inspirassem em poetas brasileiros. Cada banda interpretou essa exigência à sua maneira. Precisavam agora animar a torcida. Os jovens criam cartazes, lançam torpedos, folhetos etc. E precisam também reunir informações sobre Gonçalves Dias, o autor do poema que deu origem à música classificada. Então, Pedro teve a ideia de criar um blog especial. Nasceu assim o BlogDoDias. Ali cabia tudo o que se relacionasse a Gonçalves Dias: poemas, cartas, artigos de jornal, documentos da época do poeta... Enfim, o blog agitou a galera e acabou se transformando em um completo dossiê sobre o poeta. No meio de todo esse agito, Pedro e Júlia parece que estão...Ah, os poemas de amor de Gonçalves Dias... Certo, hoje de manhã a linda da coordenadora do colégio apareceu com os livros que iremos ler esse trimestre, eu nem um pouco metida, já li o meu livro, p...

Títulos são sempre a pior parte: uma breve introdução a devaneios importantes

Oi, tem alguém aí? Todo mundo sabe quem é o Osho, mas nem todo mundo parou para ler os livros (que, na verdade são transcrições de suas palestras). Eu era uma dessas pessoas que diria “Ah, Osho, legal”, mas não saberia exatamente dizer para alguém sobre o que o Osho tratava. Estou lendo a Jornada de Ser Humano, que é um desses livros dele, e, sinceramente, continuo não sabendo dizer sobre o que é, porque ele fala sobre tudo de uma maneira tão simples, que é quase um tapa na cara atrás do outro durante a leitura. Mas não vim falar sobre o livro, isso não é uma resenha. É só uma introdução. Uma introdução pra quê? Aos devaneios de hoje.

Resenha do livro: Battle Royale

                   Battle Royale é um livro pelo qual eu estive esperando a tradução por uns dois anos, porque foi mais ou menos há dois anos que eu acabei vendo em uma discussão em algum lugar na internet onde Jogos Vorazes estava sendo acusado de plágio, eu querendo averiguar se procedia eu fui atrás do mangá que fizeram de Battle Royale.                 E obviamente eu adorei. Só parei de ler porque fui atrás de spoiler e quando meu personagem preferido ia morrer eu fiquei brava e não quis ler mais. Porém quando entrei na livraria e vi aquela capa vermelha e divida escrito “Battle Royale” eu juro que eu dei um gritinho e comecei a pensar em como convenceria a minha mãe em como comprar o livro.                 Bem, eu consegui. E se eu tivesse tido tempo teria devorado o livr...