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Resenha: A Moreninha.


Sinopse: Augusto é um namorador incorrigível. Até que conhece Carolina, a Moreninha. A partir daí, o rapaz é seduzido pelo encanto da moça e, pela primeira vez, descobre o real significado da palavra amor. É assim, sem conflitos e com final feliz, que se desenvolve a obra de Joaquim Manuel de Macedo. A história é singela e divertida, com os elementos característicos de folhetim, que o escritor ajudou a popularizar no século XIX.


Eu ganhei esse livro de uma amiga da minha mãe quando eu tinha uns dez anos, mas nunca me interessei em lê-lo porque na época a linguagem do livro era difícil de ser compreendida, pelo menos para uma garotinha de dez anos com um bom vocabulário, mas não o suficiente para entender o livro. 
Então hoje decidi ler, o livro não é muito grande e é bem legal. É um clássico da literatura, e eu me impressionei, confesso que achei que o livro ia ser chato como o livro Inocência. Mas me impressionei.
O livro começa com uma aposta entre Filipe e Augusto. Filipe aposta que Augusto irá se apaixonar por uma garota, e Augusto diz que isso é impossível, já que o inconstante rapaz se apaixonava mais de uma vez ao dia. Eles vão para uma ilha, a ilha é onde a avó de  e lá ele é apresentado a Carolina, ou como é chamada A Moreninha, irmã de Filipe.
No começo Augusto não gosta muito de Carolina, ele a acha travessa e a julga "feia", mas a garota apenas lhe dá respostas e recusa todos os cortejos dos rapazes. Apesar de tudo tem apenas 14 anos. 
E então como todo bom romance, lentamente Augusto sem perceber se apaixona por A Moreninha, que também se apaixona pelo rapaz, mesmo não demonstrando nisso. E aí tem um pequeno problema para os dois ficarem juntos que é facilmente resolvido. 
E sobre o final, só posso dizer uma coisa, Augusto perde feio a aposta, e chega a ser engraçado e bonito como termina, é um livro super legal, e não é tão difícil assim de se entender, apesar da linguagem ser antiquada, mas esperar o que, o livro é um clássico da literatura brasileira. 


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