quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Títulos são sempre a pior parte: uma breve introdução a devaneios importantes


Oi, tem alguém aí?

Todo mundo sabe quem é o Osho, mas nem todo mundo parou para ler os livros (que, na verdade são transcrições de suas palestras).

Eu era uma dessas pessoas que diria “Ah, Osho, legal”, mas não saberia exatamente dizer para alguém sobre o que o Osho tratava.

Estou lendo a Jornada de Ser Humano, que é um desses livros dele, e, sinceramente, continuo não sabendo dizer sobre o que é, porque ele fala sobre tudo de uma maneira tão simples, que é quase um tapa na cara atrás do outro durante a leitura.

Mas não vim falar sobre o livro, isso não é uma resenha. É só uma introdução.

Uma introdução pra quê?

Aos devaneios de hoje.

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

20 conselhos de alguém com quase 20 anos

Oi, tem alguém aí?
Em dez dias eu faço duas décadas de existência.
E isso é muita coisa, ou pouca, depende do ponto de vista. Mas do meu ponto de vista é um bocado, que só me diz que tem mais um bocado pela frente (Graças a Deusa), e que já aprendi muito, e que ainda tem muito a aprender.
Nesses últimos 19 anos eu aprendi muitas coisas, mas a principal é que essa vida só tem significado enquanto estamos aprendendo algo, que cada dia é uma lição e que enquanto você não aprender a lição que a vida quer lhe dar você vai continuar sendo colocada nas mesmas situações.
Eu sei que a maioria das pessoas acredita que só aprendemos na prática, mas não acredito nisso porque já aprendi muito com conselhos dos outros ou ouvindo histórias dos outros e evitando repetir o mesmo erro, afinal, mesmo que não fosse comigo a situação era parecida e o resultado provavelmente seria o mesmo.
Digo isso porque vou compartilhar 20 coisas que aprendi ao longo desses quase 20 anos e acho que podem ser muito úteis para alguém.


sexta-feira, 4 de agosto de 2017

A Arte de Pedir



 Oi, tem alguém aí?


Vocês já ouviram falar de Amanda Palmer?
Cantora, artista, feminista, maravilhosa, cantora de punk cabaret da banda Dresden Dolls, mãe, esposa (por acaso, do autor maravilhoso Neil Gaiman), e também autora do livro a Arte de Pedir (em inglês: The Art of Asking).

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Por que tenho o costume de sumir e voltar?

Oi, tem alguém aí?
Provavelmente sou uma das pessoas mais relapsas com um blog que existe, desde que criei este blog, creio que só no ano de 2014 consegui mantê-lo com pelo menos um post ao mês.
2014 foi o que chamei de ano dos blogs literários e do booktube. Ler virou moda e todo mundo queria ter seu próprio blog sobre isso (principalmente com a ideia de parcerias com editoras e livros “de graça”, infelizmente).
2015 o pessoal migrou para o YouTube, e agora em 2017 até mesmo os canais do youtube estão abandonados e o pessoal sumido.
É claro que muita gente foi pra faculdade, o que consome seu tempo (motivos pelo qual depois de março do ano passado não consegui atualizar nada aqui, na verdade só lembrei que o blog existia algumas vezes), mas muita gente desanimou com a ideia, porque além de trabalho a maioria das resenhas não eram sinceras, eram elogios a capa, a edição e uma opinião não muito clara sobre os livros.
O famigerado booktube tem sofrido com isso porque o pessoal cansou, o pessoal tem perdido visualização e pensando no porquê estão perdendo muitos tem voltado para suas “raízes”, o que deu uma qualidade maior nos vídeos e também uma sensação de sinceridade.

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Leituras de Março: visitei paris com Hemingway, conheci As Meninas da Lygia, e li coisas para a faculdade: Bobbio e Hesse

Em Março minhas leituras não renderam muito, desisti de começar um dos calhamaços que havia caído em um sorteio e o refiz, vindo então o livro "Paris é uma festa", que tenho há éons para ler e é um amor <3
Aí como a Tatiana Feltrin, do Canal Tiny Little Things colocou no insta que iria ler o livro As Meninas da Lygia Fagundes Telles, que eu tenho há uns dez anos na estante, comprei em um tipo de sebo que teve na escola que estudava na época e esperei, esperei, esperei.... E não me arrependo.
Depois em concentrei em dois livros que li para a faculdade, que foi Liberalismo e Democracia do Norberto Bobbio, e A Força Normativa da Constituição de Konrad Hesse.